Efeito de programas de treinamento físico personalizado sobre indicadores da composição corporal em mulheres.

Efeito de programas de treinamento físico personalizado sobre relação cintura quadril (RCQ), circunferência abdominal (CA), massa corporal (MC) e percentual de gordura (%G) em mulheres.
9 de novembro de 2014
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9 de novembro de 2014
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RESUMO

O objetivo do estudo foi verificar o efeito de programas de treinamento físico personalizado, utilizando indicadores da composição corporal em mulheres adultas, saudáveis e fisicamente ativas, durante quatro meses (48 sessões de treinamento). A amostra foi composta por dezessete sujeitos do sexo feminino (n = 17), com média de idade de 38,6±13,8 anos, sendo reunidos em apenas um grupo, sendo que os indivíduos já participavam de programas de treinamento físico personalizado da In Forma: Centro de Atividade Corporal, na cidade de Santos, Estado de São Paulo, por pelo menos um ano consecutivo. Os sujeitos tinham uma freqüência de três vezes por semana de treinamento físico personalizado, realizados em dias alternados, com duração de 60 minutos por sessão, e não aparentavam problemas de saúde e nem uso de medicamentos controlados nos últimos seis meses anteriores ao experimento. A amostra foi submetida a testes de avaliação da composição corporal, antes da sessão número 01(AV 1) e após a sessão número 48 (AV 2). Os testes, divididos em quatro itens: massa corporal (kg), estatura (cm), percentual de gordura corporal (%G) e de massa magra corporal (MCM), objetivaram avaliar a composição corporal. Os dados foram estatisticamente analisados através do teste “t” de Student dependente para análise das variâncias entre as duas avaliações, baseado em um nível de significância de p<0,05. Apesar de não encontrar diferenças estatisticamente significativas, diferenças aparentes nas médias de três itens da composição corporal avaliados foram relatadas, o que pode ser considerado favorável, sendo que estas diferenças foram alcançadas apenas com programas de treinamento físico personalizado, sem acompanhamento nutricional. Em relação ao item “estatura”, já era esperada que não se modificasse, pois os sujeitos avaliados eram mulheres adultas.

Referência bibliográfica
DOMINGUES FILHO, L.A; PEREIRA, C.A – Coleção Pesquisa em Educação Física, Vol. 07, n.03, pag.149-156, 2008.

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